EVORA

Ciudade Patrimonio da Humanidade

A importância, tanto histórica como monumental desta bela cidade, merece por se só um espaço que destaque suas qualidades e cuidada beleza.

Desde estas paginas trataremos de mostrar os aspectos mas relevantes de sua história e monumentos, para contribuir a um melhor conhecimento deste enclave singular, cujos origens se remontam desde a pré-história, até os tempos em que foi residência dos monarcas lusitanos, passando pelas épocas, romana, visigoda, árabe e cristã, depois de sua reconquista pelo lendário Geraldo sen pavor.

Nos albores da história...

Nas cercanias da cidade se estudaram ao redor de uma centena de menhires, dez conjuntos megalíticos e quase uma centena de dólmenes ou antas. Constituem a herança de seus primitivos pobladores, monumental expoente de suas formas de vida, crenças e culturas.

Na freguesía de Nossa Senhora de Guadalupe, a uns 10 quilômetros de Évora, encontram-se o Cromlech e o Menir das Amendoeiras. Trata-se dos monumentos do neolítico mas importantes e melhor conservados de toda a península ibérica.

Um crómlech é um monumento megalítico formado por pedras ou menhires ancorados verticalmente sobre o solo e distribuídos formando círculos ou elipses concéntricas. Seu distribuem geograficamente pelas Ilhas Britânicas, a Bretaña Francesa, Suécia, Dinamarca, Espanha e Portugal. Ainda que alguns estudiosos lhe atribuíram funções mágicas e rituais, parace demonstrado que se tratava elementos configurados para a observação do firmamento.

Depois da conquista romana de Iberia, foi fundada como Liberalitas Julia, sobre os restos de uma população anterior. Posteriormente foi renomeada como Ebora Cerealis, de acordo com a função de monumental celeiro que suas ricas terras cumpriam. Esteve fortemente amurallada e protegida por numerosos torreones de grande porte, dos que ainda se conservam alguns deles. Daquela época, além das referidas muralhas e suas portas, nos chegado como elemento mas representativo, os restos do monumental Templo de Diana (dedicado a Júpiter, segundo outros). É um dos mas impresionentes da península, junto com outro similar existente na cidade de Mérida. Também perduraram os restos de umas termas da mesma época.

 

Depois da invasão dos árabes, a população foi conquistada no ano 715 0 717. Durante o período dos primeiros reinos de taifas, foi uma das cidades mas importantes da Badajoz. No curto período das segundas taifas, foi território independente, ameaçado pela constante pressão do nascente reino lusitano. Os elementos defensivos, foram reutilizados por visigodos e árabes, bem como pelo reino de Portugal, depois da conquista da cidade, por Geraldo o "sem pavor".

               www.cm-evora.pt/                                              para conhecer eventos programados, pulsar aqui.                                      fotografias propiedad del autor

  Antonio García Candelas        Sugerencias e impressoes

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